Ed Sheeran e o seu ambicioso álbum | ÷ (Divide) é diferente e veio pra somar na indústria!


O ano de 2017 está até agora, sendo um ano cheio de novidades no mundo da música. E ele nem precisou ir muito longe para mostrar todo o potencial, e todas as grandes surpresas que ele guardou para nós. Um desses presentinhos de 2017 foi o álbum do nosso ruivinho favorito. Pois é gente, Ed Sheeran está de volta, voltou e mostra pra todo mundo em como ele está disposto a somar, multiplicar e dividir na industria fonográfica. Estou falando do seus trabalhos que levam símbolos matemáticos, Plus (+), Multiply (x) e agora o mais recente e sensacional Divide (÷).

Mas o Divide do Edinho não foi nenhuma surpresa para nós, afinal, desde o começo do ano, Ed tem divulgado e feito apresentações das suas primeiras canções que ele lançou simultaneamente no começo do ano, Shape Of You e Castle on the Hill, lançando ainda clipes para as músicas.
Capa do Disco Divide – Com 16 faixas na versão Deluxe

O britânico veio com tudo dessa vez, depois de quase um ano sem nos presentear com nada, o ruivo mostra que sabe fazer música com experiências vividas, começando com Eraser, falando sobre se arriscar, sobre criticas que vem por fazer escolhas que pra gente é o certo e sair do comodismo. Ele é desses que se arrisca mesmo.  Divide, é toda equilibrada, o disco não se torna enjoativo, pois Ed coloca tudo onde tem que ficar. 

Entre as gloriosas Perfect e Happier, que falam profundamente na alma, temos Galway Girls, uma música divertidíssima, com batidas alegres e o melhor, com toques de violinos que nos lembram aqueles toques irlandeses sabe? Super divertida e que promete ficar na cabeça; em pensar que essa ia ser descartada. Um hinão desse bixo.

How Would You Feel e Supermarket Flowersão as faixas que mostram a sonoridade que faz do Ed Sheeran nosso muso romântico. E pra Divide não ficar tão enjoativo e repetitivo assim ele vem com as dançantes Barcelona que consegue ser super agitada e com toques africanos Bibia Be Ye Ye. Já no final, Ed colocou Nancy Mulligan, que se eu pudesse dançaria toda vez que tocasse, ela é uma daquelas músicas que nos faz assobiar as batidas de violino e gruda na cabeça também, ela chega a ser parecida com Galway Girl, pois é podemos dizer que essas são os pontos altos do álbum.

Mas nada vai se comparar com as proezas que Ed consegue fazer com a voz, sua marca registrada, que são suas musicas românticas embaladas com muita energia e vocal, ele parece que dessa vez veio mais animado com Divide, um pouco mais ambicioso, arriscando nos sons e nas batidas, é legal destacar que Ed não precisa de muito pra fazer sons é só dar o básico e ele faz. As musicas como sempre se superaram e podemos dizer que ele realmente nos apresentou um hinário. 2017 promete.

Nota do Backstage:
◄◄◄◄◄

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s