RESENHA | Hush – A Morte Ouve


Em março de 2016 a gigantesca plataforma de Streaming NETFLIX comprou os direitos e liberou um dos melhores filmes de suspense do ano, uma trama e um roteiro louvável fazem de Hush – A Morte Ouve um filme excepcional que merece aplausos pela critica especializada.
O filme foi na verdade uma indicação de um amigo, eu não quis ficar só na curiosidade e logo fui assistir. E minhas expectativas? Superadas com êxito.

O filme é indicado para quem gosta de suspense com uma pitada de terror, e está no mundo para falar sobre invasão domiciliar. São muito poucos os filmes que consegue me prender com esse tema, normalmente o filme perde todo meu interesse quando já está no meio, Hush foi totalmente ao contrário do que eu imaginava, e quando os créditos começaram a aparecer eu simplesmente comecei a aplaudir a direção de Mike Flanagan e o roteiro (que tem algumas falhas mas não ofusca o brilho da trama) e a atuação IMPECÁVEL de Kate Siegan. ACEITA QUE ELA ESCREVE E ATUA.

O filme como já disse, fala sobre invasão domiciliar, a trama vai nos contar de uma escritora, Maddie Toung (Kate Siegan), que não ouve e mora numa casa isolada da sociedade, quase no meio da floresta (?), que tem sua vizinha como amiga, mas ela é morta por um psicopata mascarado (Jhon Gallagher Jr.) que aparece pra fazer um jogo com a gente Maddie. Gente, a Maddie não ouve, e nem fala, ela perdeu sua audição por causa de uma doença na sua infância – Meningite. Então você já pode imaginar em como essa trama fica interessante a cada minuto que passa, literalmente, o roteiro traz um suspense muito grande, quando Maddie não pode fazer nenhum barulho, e todos os seus planos são frustrados, pelo tempo, pois o assassino tem vantagem. Mas se você pensa que a mocinha vai ficar dentro da casa chorando e esperando a morte você este muito enganado. A personagem me encantou pela inteligência e pelo afrontamento que ela faz com o assassino, dou todo o mérito do filme pra ela, o filme tem só quatro personagens e a Maddie carrega o roteiro nos ombros. Os dois ficam provocando um ao outro desde o começo, é muito fascinante o mistério que ela passou no filme todo. Quando a noite vai acabando, e a exaustão vai chegando, a hora de fazer barulho chega, e o “VEM ME PEGAR” é ouvido a metros através das portas de vidro da casa. O assassino falhou algumas vezes, mas é muito genial a forma que essas falhas são produzidas e acaba virando vantagens para Maddie, uma dica: ELA NÃO É FRACA.



NOTA DO BACKSTAGE
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